Mais ou menos dezenove horas, o dia estava começando a
escurecer, Fred e seus amigos, Paulo e Rogério, estavam se preparando para ir
para o litoral norte. Eles já estavam prontos para partir quando viram na TV
que a rodovia que eles pegariam estava com um enorme congestionamento, então
resolveram esperar algumas horas. Todos estavam muito animados para “curtir” a
praia, que estava em época de festa. Estavam todos solteiros.
Chegada a hora de eles saírem, entram no carro e logo chegam
à rodovia, que por um motivo que eles não sabiam, estava estranhamente vazia.
Primeiramente gostaram, ligaram o radio no ultimo volume, tocando “Sympathy for the Devil”.
Rogério e Paulo eram os que mais pensavam em “xavecar” garotas, e para a alegria deles, três garotas estavam paradas no acostamento, com o carro quebrado, e com o capô aberto, logo que elas avistaram o carro em andamento acenaram para que parassem.
Rogério e Paulo eram os que mais pensavam em “xavecar” garotas, e para a alegria deles, três garotas estavam paradas no acostamento, com o carro quebrado, e com o capô aberto, logo que elas avistaram o carro em andamento acenaram para que parassem.

As garotas toparam logo, e todos foram festejando, bebendo,
cantando e escutando ainda a musica alta.
Depois de algum tempo, perceberam que uma das garotas
chamada Alice, não estava no carro com eles, as amigas dela Valéria e Isabel
ficaram muito preocupadas, então resolveram fazer o retorno para procurar.
Eles estavam ao lado de um denso bosque, indo bem devagar e
em silencio, para que pudessem escutar se alguém chamasse.
Já quando todos estavam com uma feição séria, Valéria já
chorava desesperada, Fred falou que escutou alguma coisa, pararam imediatamente
o carro, todos desceram e começaram a chamar por Alice.
—Você tem certeza absoluta que ouviu alguém gritando?
—perguntou Rogério.
—Tenho, era um grito agudo.—afirmou, com muita
convicção, Fred.[Continua]