Páginas

sábado, 28 de dezembro de 2013

Tudo Como Um Sonho

Nunca imaginei que iria te encontrar naquela manhã. Bendito dia em que decidi ir em busca do que precisava, você apareceu aparentando já saber exatamente o que eu queria, me mostrou a direção certa, me levou até lá, me apresentou ao novo sonho.

No fim do dia já estávamos grudados, aquela sensação de que tudo está dando certo, finalmente. Você não imagina quão bom isto é. Quão bom é ver você gargalhando de minhas piadas sem graças, quão bom é ter sua companhia em uma tarde já imaginada. Melhor ainda foi não ter fingido, éramos quem somos, e ninguém precisava desconfiar, porque já estava claro, todos já sabiam em desde o nascer do sol.

Nunca achei que encontraria alguém moldado tão incisivamente para mim. Mas lá estava você, como mágica, inexplicavelmente.

Em uma distração, você estava rindo com meus amigos, se divertindo verdadeiramente, tudo o que eu fiz foi assistir, guardar cada detalhe na mente para poder sorrir de novo quando acordasse na manhã seguinte.

E então, em uma manhã de meio de semana, eu senti tudo começar de novo.






sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Foi-se mais Um [Adeus 2013...]

Talvez não mais um, este foi especial, não sei se é a palavra certa, mas este foi marcante, sem sombra de dúvidas me lembrarei dos bons, dos ótimos, dos maus e péssimos momentos. Sim 2013, me lembrarei de você, talvez até pelo resto da vida!

O ano começou cheio de expectativas e promessas, até então nada diferente dos outros, porém as mudanças chegaram já nos dois primeiros meses. Escola nova, companhias novas, um certo espaço imposto pelo acaso entre as velhas e grudadas amizades, já mencionei não acreditar em acaso? Enfim... Momentos de prosperidade já davam sinal.

Assim como as boas novas vieram, as más também. Nos primeiros meses do ano tive uma das piores experiências da minha vida, exposição, medo, humilhação, desgosto, foram parte do que senti durante aquelas longas três semanas em que aquilo que mais adoro também se tornou o que me tiraria muitas noites de sono, me fez mal, muito mal. Monstros domados. Após tais experiências percebi que não podia contar com gente que havia se tornado porto seguro, vi também que havia desacreditado nos horrores do mundo mesmo sabendo que eles estavam e estão lá, apenas esperando.

Hoje, ao pensar em amigos já posso observar novos rostos e o mais estranho disso é que já os considero tanto quanto amigos de longa data, amigos que me ajudam a crescer, a pensar e ascender. Pessoas que eu não podia passar um fim de semana sem conversar, hoje já nem no meu Facebook estão mais. Também há aqueles que eu já "conhecia" mas este ano se tornaram muito mais próximos, e varias vezes me perguntei porque de não ter me aproximado antes.

Muitas lições aprendidas, novos livros lidos, muitas gargalhadas dadas,  muitas novas experiências vividas, muitos erros refeitos, cada ato com sua consequência, sem arrependimentos okay? Tudo que aconteceu tinha que acontecer.

A felicidade mesmo chegou em fazer uma retrospectiva e ver o quanto cresci e evolui, definitivamente o Jackson em 31 de dezembro de 2012 não se parece com o que passará as datas comemorativas este ano, para muitos as mudanças são evidentes...

O jeito é começar os preparativos para a virada, começar a pensar em o que quero para o próximo ano. Projetos, projetos e mais projetos. O jeito também é agradecer tudo e todos que me ajudaram direta e indiretamente, então... Obrigado e Boas Festas... Até o próximo texto.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Memórias de uma bela noite

Havia todo um clima de nostalgia, afinal, era um marco em sua história. Você estava em azul, me lembro bem, deslumbrante, todos seus amigos me invejavam perguntando-se o motivo de não serem eles, lembro de ter sentido sua cintura enquanto te carregava pois o solo estava difícil de andar com aquele salto elaborado que deixava-te toda com um ar de mulher.

Sentávamos observando as luzes refletidas na imensidão negra diante de nós, aquela música bem ao fundo, não posso lembrar qual exatamente estava tocando, mas provavelmente uma daquelas que todos sabem a coreografia e a letra sempre está na ponta da língua, todos menos eu, sempre me pergunto se todos simplesmente sabem as letras ou se passam horas e mais horas estudando em sites como o Vagalume, enfim, lembro até de sua amiga chata reclamando estar segurando vela.

Lembro de ter visto seu pai nos observando ao longe, e lembro também de que você tentou me dar um mega beijo bem nessa hora, tive que me afastar, nem foi por querer, mas não achei que Ele estava disposto a assistir tal cena, talvez eu devesse ter arriscado, teria deixado o clima digno de filmes adolescentes que passam na Disney, sei que você os curte, não leve na ofensiva...

Estava um puta calor, talvez tão calor quando hoje, mas o pior era estar dentro daquela beca que deixa todo mundo igual, não posso negar me sentir em um filme tipo James Bond ao vestir um smoking, mas o clima não interessa, pelo menos não hoje.

Depois não sei o que te deu e você resolveu brincar de gato e rato, correndo atrás de suas amigas enquanto eu corria atrás de você, não estava com saco pra isso, estava numa vibe mais lovers, mas acho que você não percebeu...Disfarcei e fui ligar aqui pra casa, pra dizer que estava vivo.

Seu sorriso estava estupendo. Lembro do acessório de cabelo que você usou, coisa nossa, acho que ninguém nunca sacou realmente, tanto faz, meu céu nunca pareceu tão estrelado até aquela noite. Hoje isso tudo já não passa de lembranças.

Lembranças foram feitas para serem lembradas, não é mesmo?! Volto a dizer que não as apagaria, já fazem parte de mim, de minha forma de entender o presente, você estava lá, eu estive lá, porém ouvi dizer que você já não lembra mais, apagou de sua memória, de seus arquivos, do seu ser. Ouvi dizer que para você já não passo de poeira no fundo do guarda-roupa, tudo bem, talvez eu só esteja imaginando isso mesmo, "Adoro um amor inventado" é o que diz um amigo que ás vezes sussurra frases incompreensíveis antes que eu pegue no sono, já não posso confirmar, talvez nós nunca tenhamos existido realmente, talvez...

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Nerd... Mas Só?

E entre beijos e pegadas ela solta a seguinte frase, "E você com essa carinha de nerd hein?!", na hora nem dou bola, tenho mais coisas para me preocupar do que em uma frase aleatória, até que depois de algum tempo pego-me pensando no que ela realmente quis dizer com isto.

Cheguei a conclusão de que sim, tenho cara de nerd, mas não só, sou nerd! Mas o que tem de mal nisso? Todo nerd deve ter pegada ruim, ser inexperiente e parecer se importar mais com a equação matemática do que com o grande enigma que é desvendar os gostos de uma garota?

Estamos em uma sociedade que a forma como você se comporta perante seu grupo de amigos, ou como você gosta de se vestir ou andar, é exatamente como te rotularão, talvez o problema seja este, rotular. Qual a necessidade disso? Por que não ser livre para fazer o que quiser quando der vontade sem ter que carregar um título pelo resto da vida? Por quê?

No fim, o rótulo de nerd se transformou em "safado", "tarado", "palhaço", não nego nenhum dos rótulos, mas não sou só isso, tenho mais o que mostrar. O lado "filósofo", o "religioso", o "contestador", o "chato", o "fofo", o "infantil e o "Eu"! Talvez o que eu queira deixar com este texto seja apenas a mensagem do "Prove, antes de dizer que não gosta", ou a história do "Não julgue um livro pela capa", enfim, pra que rotular o intuito deste texto, se ele pode ser interpretado como tudo, ou nada?

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A Melhor Pior Memória!

Entro em casa, fecho o portão, caminho pela cozinha chegando na sala e olho as escadas... Lembro de você subindo na minha frente, tropeçando no escuro  infinito de meu corredor, em direção ao meu espaço, você entrava, eu entrava, eu tirava a blusa, jogava sua bolsa de um lado, você fingia se entreter com alguma coisa só para eu chegar por trás e te abraçar forte, eu te puxava até minha cama e te beijava, te sentia dentro da minha boca, dentro da minha alma, sentia um determinado tremor em pensar que talvez eu estava sendo o que você não esperava, mas não importa, eu dava meu melhor.

Você olhava o relógio, se assustava, eu pedia pra você ficar, você se atrasava, e ainda não queria deixar-te sair, não só do meu quarto, da minha casa, mas também do momento, da energia, de tudo aquilo que sempre foi tão raro entre nós. A sensação. O Toque. Nada mais importava.

Quando já não havia mais tempo para perder (ou ganhar), saíamos correndo, descíamos as escadas, fazíamos cara de paisagem quando meus pais passavam por nós, e eu te levava embora. Foi assim. Complexo do seu jeito. Simples do seu jeito. Foi bom, ótimo, eterno.

Sinto um nó crescendo em minha garganta ao recordar tais memórias.

Não foi o suficiente, mas eles já haviam nos advertido, já haviam nos gritado, já haviam até nos chacoalhado. Meu maior erro foi não ter segurado a barra, minhas emoções impulsivas, meus medos e inseguranças. Seu maior erro foi não ter acreditado que eu sempre estive aqui por você.

Mas tudo bem (ou tudo mal), já era, já foi (ou já fomos). Tal filósofo me disse por meio de frases que ao pensarmos estamos criando, não é atoa que ainda te vejo na minha frente. O futuro nos espera, novas emoções, novas escadas, novos cantos, novos abraços, talvez até nos esbarremos qualquer dia e eu te pergunte como está a vida, e você finja que não me conhece ou diz estar casada e com dois filhos, é capaz que suba toda a emoção de novo, e antes que possamos pensar já estamos entrelaçados em meio a uma energia trêmula, real, palpável até. Quem poderia saber?

Não sei o que está depois da esquina, mas espero muita luz do que está por vir, tanto pra mim quanto pra você. É hora de crescer, ascender, evoluir, modificar, transmutar, esquecer algumas coisas, lembrar outras, mas o que eu não conseguiria esquecer é essa melhor pior memória que tenho de você.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

[Not Only] Teenager Activism

Não concordo com imposição. Nem com a igreja. Também não concordo com o modo de pensar de boa parte dos brasileiros. Me livrem do seu comodismo, e do meu também. Oi?! Minha idade? 16, por quê? Não, ainda vou pensar assim quando crescer! Não acredita? Whatever...

Ta, vamos por partes. Não sou contra ou mantenho ódio por tudo e todos, que fique bem claro. A questão é que sou um contestador de padrões, de nascença! Motivo? Simplesmente não acho que devo aceitar o que dizem só porque dizem estar certo. 


Costumo sempre ouvir que meus pensamentos contraditórios morrerão com o tempo, e contesto tanto as coisas, por ser algo natural da idade. Se acredito nisso? Não, não acredito. Muito de minha bipolaridade diária e mudanças de costumes são realmente resultados de uma adolescência natural e saudável, porém os pensamentos e ideais que tenho como verdade não morrerão, simplesmente por sentir que fazem estritamente parte do meu ser, do meu eu, do meu deus, seja lá como você chamaria isso. 

Realmente faço parte de um lado contestador e ativista da sociedade, mas acima disso tudo, o que mais desejo para o mundo é o respeito e a tolerância pelas diferenças religiosas, sexuais e politicas. E que se cada indivíduo aprender a viver respeitando e entendendo a individualidade de cada um, seriamos um todo, e não um bando de egocêntricos que só sabe olhar para a própria carteira.

"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las." - Voltaire 


sábado, 6 de abril de 2013

One Night Stand por Gustavo Lacombe

Rolava um clima. Há quem diga que era coisa da minha cabeça, há quem desse força porque estava na cara que ela queria alguma coisa. Depois de doses de coragem, chamei ela pra sair. Vou chamar de "ela" porque a gente não precisa dar nomes nessa história. Guardo pra mim. Eu sempre me senti melhor na posição de esperar a mulher vir falar comigo, ou demonstrar algum interesse bem nítido. Ela era uma experiência de saída da zona de conforto. Às vezes é preciso.


Surpreendente não foi ela aceitar de cara. Acho que quando a gente quer não precisa fazer rodeios. É aquela coisa de ter um interesse e não precisar fazer doce. Depois a outra pessoa desiste e você fica chupando o dedo achando que é bonito se fazer de difícil. Agora, surpreendente mesmo foi, depois da gente ter ido jantar, foi ela virar pra mim e insinuar:
- Eu não tô afim de ir pra casa. - e me olhou. De um jeito. Que jeito.
Tem coisas que a gente não precisa perguntar. O jeito que ela passou a mão na minha coxa quase me fez bater o carro. Só que era muito diferente pra mim sair com uma menina, mesmo sendo uma conhecida de algum tempo, e logo na primeira noite rolar uma transa. Acho que dei sorte. Será?
Não acho que ela seja fácil. E eu também não estou a defendendo só porque foi comigo. Cara, quando dois querem, por que não? Só por que existe um moralismo e um livro de etiquetas dizendo que não pode haver sexo no primeiro encontro? Conheço algumas histórias que deram certo mesmo sem seguir esse livro de regras. E outras que deram errado mesmo a mulher demorando para ceder.
Lá fomos nós, mas sem detalhes do que aconteceu, ok? Foi bom, foi legal. Tá, foi ótimo. A hidro nunca mais será a mesma. A menina parecia que já tinha planejado aquilo na cabeça dela há algum tempo. Não que na minha cabeça eu também não tivesse pensado, mas sei lá. Ela deixou umas duas unhas nas minhas costas e outras marcas espalhadas em mim.
No dia seguinte a gente não se falou, apenas trocamos uma mensagem. Eu disse que tinha gostado, ela respondeu que também e ficou por isso. Durante a semana a gente se esbarrou pelo trabalho, nos falamos normalmente, mas como se nada tivesse acontecido. Quando eu perguntei, durante uma conversa só nós dois, se a gente podia repetir, ela disse:
- Quem sabe? Por agora não. Já matei minha vontade. - e me de um beijo no canto da boca.
É, acho que ela só queria me comer mesmo. É difícil estar do outro lado, né? Tantos homens que dispensam mulheres depois de conseguir o que querem, é estranho ser o outro lado da moeda. Acontece. Pelo menos ela fez uma propaganda. O encontro com ela rendeu um outro encontro, com a prima dela.
Só que aí já é uma história pra outro dia. E que dia.
[Para mais textos de Gustavo Lacombe, https://www.facebook.com/GustavoLacombeTextos]










sábado, 2 de março de 2013

Se Ela soubesse...

Se Ela soubesse que todo glorioso dia acordo procurando-a ao lado da cama, ou que sinto falta da escova dela perto da minha, na pia do banheiro. Das inúmeras discussões  por ter deixado o assento da privada em pé, ou até mesmo por não ter fechado a porta do banheiro quando entrei.

Se Ela soubesse que sinto uma puta falta por não poder abraçá-la ao assistir algum filme água com açúcar na TV e que sinto falta também, por incrível que pareça, de dividir o pacote de Doritos. Saudades de quando eu não era eu, e ela não era ela, eramos nós. Saudades de quando eu entrava em algum lugar e me perguntavam como Ela estava, como se eu tivesse implantado um chip que me desse a localização exata de onde Ela havia se instalado. Saudades até de chegar em casa, entrar no Messenger e encontrá-la online. Malditos momentos românticos no Messenger, frios... Mas muito mais quentes que muitos jantares a luz de vela por aí.

Talvez se Ela soubesse todo esse drama que tenho feito ao chegar em casa e não ter com quem conversar, eu não estaria nesta noite de sexta-feira, escrevendo um artigo dramático em um blog que não escrevo a mais de sei lá quantos dias. Porque ela estaria aqui comigo... Amy Lee já não cantava isto? Lembro bem da parte, "Don't cry to me, if you love me, you would be here with me", grande poeta realista o compositor desta música, se Ela realmente me amasse estaria aqui comigo agora, talvez não aqui, talvez no comodo ao lado, em um lugar mais aconchegante que minha querida cadeira desconfortável.

E agora José? Terei eu que me conformar, e seguir em frente? Viver sozinho e solitário até a próxima bomba
amorosa, que não tem previsão de queda, cair bem em cima da minha cabeça, e começar tudo de novo? Ou
talvez eu fique para a Tia, está ideia nunca esteve tão longe da realidade do patinho feio, não é mesmo?

Só me resta viver, reviver e sonhar, o que o me espera no futuro, não faço ideia... O passado? Passou, foi bom, mas só enquanto foi verdadeiro. Sinto muito, mas quebro o pacto de alma que fiz ao te ver pela primeira vez, faço isso como se eu realmente tivesse este poder, este autocontrole supremo, que todos desejamos. Pena que não sou detentor de tal feito.

Mas não tenha dúvidas de que eu te vivi a cada momento. Pois todos os "Eu Te Amo" eram o mesmo que eu "Eu te Vivo", pois era só em você que eu pensava. Mas e agora? Em quem ou que pensarei ao acordar?

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A Carona (Parte 1) (Participação de Guilherme Tadame)


Mais ou menos dezenove horas, o dia estava começando a escurecer, Fred e seus amigos, Paulo e Rogério, estavam se preparando para ir para o litoral norte. Eles já estavam prontos para partir quando viram na TV que a rodovia que eles pegariam estava com um enorme congestionamento, então resolveram esperar algumas horas. Todos estavam muito animados para “curtir” a praia, que estava em época de festa. Estavam todos solteiros.

Chegada a hora de eles saírem, entram no carro e logo chegam à rodovia, que por um motivo que eles não sabiam, estava estranhamente vazia. Primeiramente gostaram, ligaram o radio no ultimo volume, tocando “Sympathy for the Devil”.

Rogério e Paulo eram os que mais pensavam em “xavecar” garotas, e para a alegria deles, três garotas estavam paradas no acostamento, com o carro quebrado, e com o capô aberto, logo que elas avistaram o carro em andamento acenaram para que parassem.

Elas explicaram o que tinha acontecido, e Rogério logo deu a idéia de elas deixarem o carro lá, e irem com eles para o litoral, porque por incrível conhecidencia as garotas estavam indo para o mesmo lugar.

As garotas toparam logo, e todos foram festejando, bebendo, cantando e escutando ainda a musica alta.

Depois de algum tempo, perceberam que uma das garotas chamada Alice, não estava no carro com eles, as amigas dela Valéria e Isabel ficaram muito preocupadas, então resolveram fazer o retorno para procurar.

Eles estavam ao lado de um denso bosque, indo bem devagar e em silencio, para que pudessem escutar se alguém chamasse.

Já quando todos estavam com uma feição séria, Valéria já chorava desesperada, Fred falou que escutou alguma coisa, pararam imediatamente o carro, todos desceram e começaram a chamar por Alice.

—Você tem certeza absoluta que ouviu alguém gritando? —perguntou Rogério.
—Tenho, era um grito agudo.—afirmou, com muita convicção, Fred.

[Continua]